EMAGRECER É ATITUDE!

Criamos este Blog para você que já está cansada (o) de fazer regimes para EMAGRECER e procura algo diferente. Compartilhe esse espaço conosco, siga-nos, comente e decida pelo EMAGRECIMENTO COM ATITUDE.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Ser magro?


Pense que, para emagrecer e se manter magro, você não poderá voltar aos seus antigos hábitos que foram responsáveis pelos quilos a mais.
NOVOS HÁBITOS
O hábito de comer devagar, mastigando bem, deverá acompanhá-lo pelo resto da vida. 
Antes de querer comer mais, pergunte-se se realmente, quer comer mais.
Tome um pouco de água e fique em pé!
Em alimentação, o básico são 3 refeições equilibradas e balanceadas, talvez uma quarta (simples) 
Seja justo consigo mesmo:
 não poupe o básico para não ter que encher de acessórios.
Se você quiser, poderá continuar, com segurança, 
alimentar-se adequadamente. 
Só depende de VOCÊ 

bjs
Márcia Cabrera

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Não tema o fracasso


Todos os que alcançaram sucesso - e eu me incluo nesse grupo - fracassaram em algum momento.


Se você não fracassou, é porque ainda não se esforçou o bastante.


O segredo é ver o fracasso como uma oportunidade de aprender , uma chance para refletir sobre o que deu errado e o que você pode fazer para melhorar os resultados da próxima vez.

Assuma a responsabilidade por suas ações!!!

Márcia Cabrera

domingo, 6 de janeiro de 2013

Bom início de ano!

Olá queridos leitores! como foi o Natal ? como está o início de ano?
E a escala de prioridades para 2013? em que lugar você se colocou?
Viajei bastante, descansei, li bastante e estou com várias coisas legais para compartilhar
com vocês! Faz falta  o note e um sinal de internet bom nessas viagens!
Quero compartilhar um texto sobre Relacionamento que recebi e achei demais!
aí vai, é longo mas quando começamos a ler deixamos de perceber.
bjinhos!
cuide-se bem!


 

Eternas são as nuvens - texto foi recorde de comentários nas redes sociais

Os relacionamentos acabam, mas tudo o que você viveu com a outra pessoa, não. E para onde vai esse acervo afetivo?

Publicado em 28/11/2012Hilda Lucas - Edição: MdeMulher

Conteúdo do site LOLA

 

O weCloud guarda o acervo afetivo, numa nuvem etérea que armazena o sumo da absoluta intimidade que vocês tiveram

Foto: Getty Images

 

Para onde vai tudo que se vive? Para onde vai a mágica de certos instantes? A comunhão que se viveu, a cumplicidade de dividir tempo, espaço, experiências inaugurais? Para onde vão o carinho, a parceria, a entrega? Para onde vai o conhecimento, pessoal e intransferível, que se tinha do outro? Para onde vai o que só vocês viram e experimentaram: o nascimento de um filho, a morte de um amigo, a notícia daquele emprego, o assalto, a compra da casa, o diagnóstico ameaçador, a noite no acampamento, aquele show em Londres? Para onde vai a consciência que você tinha, de, com apenas um olhar, saber se ele estava feliz, deprimido ou ansioso? Para onde vai a absoluta intimidade que se teve com o outro?

 

Acredito que isso tudo fica em algum lugar interno, como um site, uma espécie de nuvem onde armazenamos tudo o que vivemos. Tão reais e etéreos como o iCloud, temos os nossos weClouds, que podemos acessar ou que nos acessa, algo que fica preservado, e que, mais do que nos fazer lembrar coisas, nos acolhe e ratifica. O weCloud guarda o essencial, o que ficou depois da ruptura, da tempestade, o rescaldo de um tempo, um a dois permanente, que sobrevive aos acordos rompidos, às bênçãos desfeitas, às juras esquecidas. No weCloud, ficam o sumo, o substrato, a força do projeto um dia compartilhado. No weCloud, ficam o afeto espontâneo, o registro das intenções sinceras, da vontade de acertar e de tudo o que foi verdadeiro.

 

Os relacionamentos podem acabar, mas não o vivido. Não se trata de memória, nem de “detalhes tão pequenos de nós dois”. Não se trata de viver no passado, nem de não aceitar os fatos. Não se trata de sublimar dores e porradas ou se refugiar num mundo alegrinho de autoajuda e negação. Não se trata de dourar a pílula e contar para si uma história diferente. Trata-se de vida bem vivida que não pode nem deve ser perdida. Tudo o que vivemos e sentimos vira acervo, fonte, ferramenta; é nosso para sempre.

 

Quando estamos com alguém, somos, em alguma instância, uma pessoa única, que só aquele companheiro conhece. Maria é para João uma Maria que ela nunca será para Pedro, que é um Pedro para Maria, que nunca será o mesmo para Ana. Maria poderá ser muito mais feliz com Pedro do que com João, mas ela terá sempre sido a Maria do João e haverá sempre um lugar onde Maria e João se reconhecerão, mesmo que nunca mais se encontrem.

 

Somos o que vivemos, e não podemos abrir mão disso. É fundamental que cuidemos da nossa história, que saibamos acolher nossas experiências com generosidade e entendamos que certas vivências, emoções e descobertas foram únicas e estarão sempre produzindo algum efeito em nós.

 

Todo fim de relacionamento pede tempo. Tempo para o luto, para a saudade, para a cura, para o distanciamento, para a neutralidade, para o recomeço. Existe um caminho a percorrer que vai do fundo do poço ao fórum, do desespero ao terapeuta, da perplexidade à aceitação, do abandono à libertação. Há que fazer faxinas: roupas, livros, fotos, palavras mal ditas, mágoas, decepções. Há que separar papéis, propriedades, planos, sonhos. Há que separar, acima de tudo, o trigo do joio, o passado do futuro, o extinto do eterno. Há que guardar as coisas que não cabem em malas nem cofres, aquilo que não se quantifica nem se elenca em formais de partilha e declarações de renda. Há que “amar o perdido”.

 

Só quem tem passado tem futuro. Escolher a bagagem que se carrega é decisivo para seguir adiante. Entre fardo e combustível, asas e correntes, você decide. Entre salvar e deletar, você decide. Conjugar sem medo o pretérito imperfeito para viver o futuro do presente.

 

Depois de um tempo, as dores passam... Sim, elas se cansam de nós e, se somos saudáveis, nos cansamos delas também, seguimos em frente, voltamos para nós mesmas, dispensando o que não nos serve mais, garimpando minúsculas preciosidades, recolhendo luminosidades, cheias de preguiça de sofrer, prontas para recomeçar, de novo, mais uma vez. Um belo dia você se pega pensando naquele “nós”, que deixou de existir, sem a fisgada de saudade, nem ressentimento, nem raiva. Você pensa com serenidade. Você pensa não mais no “ex”, mas no companheiro de vida: sai o “ex”, fica o amigo.

 

É quando você o abraça no velório do pai e sabe como ele está se sentindo e ele também sabe que você sabe como ele se sente, e isso é muito íntimo e confortante e está lá, na tal nuvem, para sempre.

 

É quando você recupera em DVD seus filmes em Super 8 e fitas em VHS, com todas as fases e faces queridas da sua vida, e faz uma cópia para ele, porque sabe que aquilo tudo é parte da vida dele também, e você se sente grata por compartilhar.

 

É quando você recebe um presente sem cartão: um disco de vinil de um show que você foi com um certo namorado. Pronto, lá está o para sempre: os anos 70, a avidez de descortinar o mundo, a larica, a revolução, o incrível mundo das primeiras vezes, compartilhado com entrega einocência. O cartão é desnecessário, pois só você e ele sabem quem vocês eram naquele dia-tempo e o que significou estar ali naquele concerto de rock.

 

É quando você encontra numa caixa esquecida rolhas de champanhe e sementes de romã, que fazem você lembrar quem você era e como você se sentia quando estava totalmente apaixonada por aquele cara na Itália.

 

É quando você escreve um livro sobre maternidade e manda em primeira mão para o pai dos seus filhos, porque ninguém mais do que ele sabe como você ficava quando estava grávida, pois só ele viu seu estado de graça e, talvez, antes mesmo de você, ele viu você virar mãe.

 

Lá estão vocês, no weCloud, sócios de experiências transformadoras, parceiros de sonhos, realizados ou não, amigos que cresceram juntos, cúmplices dos pequenos crimes contra o amor, vítimas dos mesmos desgastes da convivência, ungidos por bênçãos comuns, coautores e personagens do mesmo livro.

 

Maria não é mais a mesma que foi com João, mas, para ser a Maria que está com Pedro, ela teve que ser a Maria do João, e João, para ser o companheiro de Ana, teve que ser antes o de Maria. Somos o que nascemos e o que escolhemos viver, somos o que ganhamos, o que perdemos, o que boicotamos e o que nunca alcançamos.

 

É muito libertador fazer as pazes com nossa história. Do que nos serve ter rombos na linha do tempo? Negar, bloquear, tornar inacessíveis as lembranças, impossibilitar um resgate saudável do vivido? Do que nos serve chamar ex-companheiros de falecidos ou equívocos? É injusto conosco. É empobrecedor. Temos essa mania de achar que só o que dura para sempre é um sucesso. Durabilidade nunca foi sinônimo de segurança, assim como o efêmero não é sinônimo de fracasso. Uma jaula é segura e nem por isso um lugar feliz, da mesma forma que viagens são fugacidades maravilhosas que se perpetuam dentro de nós. Nenhuma história é vã. Nada é. Nossa alma-memória, aquela que nos identifica, define e referencia, é como uma colcha de retalhos; alguns retalhos são mais bonitos que outros, mas todos são necessários.

 

“Amar o perdido deixa confundido o coração” (Drummond) porque é amar o intangível, o que, não sendo mais, ainda resiste, insiste e ressignifica o que antes tinha outro nome e valor. Amar o perdido é reconhecer que muito tempo, energia e as melhores intenções foram investidas, empenhadas e depositadas numa relação, num incrível voto de confiança no outro e na Vida. Sim, mesmo os grandes erros e as falências retumbantes têm histórias comoventes e belas. Amar o perdido é entender que nada se perde.

 

Amar o perdido só é possível quando você volta para a casa dentro de você. Melhor que dar avolta por cima, é voltar para si mesma. Nessa hora você se sabe inteira, apaziguada, de bem com sua história. Aí, você entende o weCloud e lembra de Quintana dizendo: “eternas são as nuvens”, e você se comove com a certeza de que um certo “para sempre” existirá, pois “as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão” (CDA).

 

É isso, não fica o que é lindo. Fica o que finda. Fica de um jeito real. Não fica lindo só porque finda. Fica, porque finda, e, quando finda, fica o que foi de verdade, o que nunca finda.

As coisas findas ficam. Perdidas, talvez, mas para sempre nossas. Eternas, como só as nuvens podem ser.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Mais uma História de Sucesso

antes 90 kg                agora 67 kg
Ela é  Rose, que achava natural, casar, ter filhos e "engordar uns quilinhos", afinal, três filhos, não há corpo que resista.
Pois bem, ela resolveu acreditar que dava sim para resgatar uma nova aparência, resultado:
24 Kg deletados da sua vida.
Rose é minha aluna na Chácara Flora (São Paulo)
e como ela, muitos outros do grupo estão à caminho da sua Meta.
Márcia Cabrera

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

compartilhando rapidamente um caso de sucesso!


Este é um aluno meu da Meta Real,
 Mairun, ele está em processo de emagrecimento
eliminou 28 kg em 17 semanas!
"Quem quer procura um meio quem não quer procura desculpas."
De hoje até o Natal ainda dá para eliminar 3 kg! que tal?
 
bjinhos
Rute Helena


terça-feira, 27 de novembro de 2012

O que acontece quando se leva a sério o propósito de eliminar os kilos a mais:

Esta tarde na Meta Real, tiramos uma foto do encontro de Érika Brasil e Maria Clara,
juntas eliminaram em 13 meses 96kg.
Érika já está na meta de peso, participou do treinamento Meta Real,hoje faz parte do grupo
de orientadores da empresa, para Maria Clara falta 4 kg (programou passar o Natal
de 2012 na meta de peso) e pretende se tornar orientadora! Parabéns meninas!

bj!
Rute Helena

domingo, 25 de novembro de 2012

Má alimentação piora o humor e aumenta a agressividade

Quero compartilhar esta matéria com vocês, um aluno me enviou, vale a pena!

bjinhos

Rute Helena

Má alimentação piora o humor e aumenta a agressividade



 “Você é aquilo que come”. Uma pesquisa publicada na revista Mente e Cérebro prova que essa frase não poderia ser mais adequada no que diz respeito ao comportamento humano. Segundo pesquisadores, uma dieta desequilibrada pode prejudicar a saúde da mente. Doces e frituras, apesar de serem alimentos para os quais as pessoas apelam quando estão tristes ou de mau humor, deixam as pessoas intelectualmente preguiçosas e com maior risco de sofrer depressão.

O endocrinologista sueco Fredik Nystrom, da Universidade de Linkoping, realizou uma experiência com 18 voluntários que seguiram um plano nutricional compreendendo um mês de muita comida em lanchonete, com frituras e açúcar. Além disso, as pessoas levaram uma vida mais sedentária. Conclusão: o humor de todos eles piorou proporcionalmente à quantidade de alimentos consumidos. Isso pode ser visto também em outro experimento realizado na Espanha, ratificando a constatação de que, além de prejudicar o corpo, a gordura nociva à saúde deprime o humor.

“A comida age como um fármaco em nosso cérebro; mudanças de hábitos alimentares melhoram a cognição e nos protegem contra danos neurológicos, assim como o exercício físico e o sono”, diz o neurocientista Gómez-Pinilla. Portanto, alimentos ricos em ácidos graxos ômega 3, como peixes, abóbora, semente de linhaça, soja, castanhas e, em menor quantidade, espinafre, couve e pepino, favorecem sensações de bem-estar e ainda deixam as pessoas mais aptas a aprender.

Um estudo realizado nos Estados Unidos com alguns pacientes dependentes de álcool, que anteriormente ficaram conhecidos por atos impulsivos e violentos, mostra que eles ficavam menos agressivos quando usavam suplementos alimentares que supriam eventuais deficiências na dieta. Assim também, os presos que recebiam junto a refeição habitual algumas cápsulas que continham um coquetel de vitaminas, minerais e ácidos graxos ômega 3.

“Esses resultados nos fazem concluir que a alimentação esteja diretamente relacionada com o comportamento”, afirma o psicólogo Ap Zaalberg. O psicólogo e seus colegas de estudos acreditam que, com uma dose suplementar de vitaminas, minerais e óleo de peixe, a predisposição à violência e as tentativas de suicídio nas prisões devem diminuir consideravelmente.

Alguns especialistas defendem a ideia de que o cérebro “se ressente” quando é privado de substâncias nutritivas essenciais, como os ácidos graxos ômega 3. O organismo é incapaz de produzi-los, por isso deve-se obtê-los por meio da alimentação, consumindo, por exemplo, peixes e algas.
Segundo estudos, a depressão e o distúrbio bipolar se manifestam com mais frequência em quem consome menos ômega 3 (encontrados em alimentos como peixe, semente de linhaça e soja). Os cientistas da Universidade Colúmbia, de Nova York, consideram a falta desse componente nutritivo um indicativo de risco de suicídio.


Sex, 09 de Novembro de 2012 11:27Paula Furlan Consumo

Um caso de sucesso! quero compartilhar!

Esta é Maria Clara, a foto inicial, quando tomou a decisão de mudar o estilo de vida e
melhorar a qualidade da alimentação, há  um ano! nessa trajetória linda e comprometida
eliminou 45,5 kg (falta apenas 4 kg para atingir a meta de peso estabelecida!).
Desconfio que será o presente de Natal de Maria Clara, que tem projeto de tornar-se
uma orientadora do Método tático de Reabilitação Alimentar.(www.metareal.com.br).
bjs!
Todos os dias ao acordar tome a decisão de cuidar bem dessa máquina maravilhosa!
Rute Helena



Boa noite querido leitores, escrevi um post anterior a esse contando porque
andei meio fora do ar, meu pai faleceu há 15 dias, andei meio aérea, assistiu
Procurando Nemo? me sinto a própria Dori, meio esquecida e precisando de
uma bússula.

Gostaria de conversar sobre a sua escala de prioridades?
Como está?

Tem lembrado de se cuidar bem?

Hidratação, nessa correria de final de ano acabamos esquecendo

de tomar água, o intestino funcionando mais ou menos, emagrecimento

estacionado, não convem descuidar dos hábitos de vida, atividade física,

qualidade da alimentação (cuidado com suas escolhas! Nesta época

ocorre uma oferta exagerada de calorias, produtos industrializados, pouca fibra).

Seu corpo vai “chiar”!

Vamos combinar o que fazer:

continue com a orientação inicial:

Dieta rica em frutas, vegetais, laticínios pobres em gorduras, cereais integrais,
tomar água é fundamental para garantir um funcionamento intestinal adequado.
Combinado? Ah!  e atenção ao Sódio.
bjinhos
Rute Helena

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Como você tem PILOTADO seu corpo?

Para cuidar bem dessa máquina incrível é necessário carinho, paciência, atenção, informações seguras, ser persistente e acima de tudo trata-lo como tratamos um filho pois eles são para a vida toda.
Bjs!
Rute Helena